quarta-feira, 10 de novembro de 2010

CNBB faz ofensiva contra redução da maioridade penal

Uma ofensiva contra a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos e a favor da aplicação das medidas socioeducativas, previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) como reprimenda a meninos que cometem atos infracionais, foi dada ontem pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pelo governo federal. Durante evento na sede da instituição católica, em Brasília, o secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, considerou equivocadas as propostas no Congresso que pretendem equiparar o jovem de 16 anos ao adulto, no caso do cometimento de crimes, e sugeriu a elaboração de um projeto de lei que defina a pasta que deve administrar o sistema socioeducativo dentro dos governos estaduais e municipais.

“Há uma lacuna na legislação e posso dizer, por experiência própria, que em alguns estados e municípios o sistema socioeducativo passa por várias secretarias, incluindo a primeira-dama. É o patinho feio das administrações”, critica dom Dimas, bispo auxiliar no Rio de Janeiro e, no momento, à frente da Secretaria-Geral da CNBB. Dom Leonardo Miranda, representante da Pastoral do Menor, também dirigiu os discurso aos políticos e à parcela da sociedade que defendem a redução da maioridade penal, especialmente depois de crimes bárbaros com a participação de menores noticiados na mídia. “Nessas ocasiões, autoridades parlamentares, para não dizer o Congresso Nacional, fazem o seu retórico mea-culpa e tiram do baú as propostas de modificação do ECA”, afirmou dom Leonardo.

O mote da campanha lançada ontem, de acordo com Marilene Cruz, coordenadora nacional da Pastoral do Menor, é fortalecer as medidas socioeducativas, especialmente as de meio aberto (liberdade assistida e prestação de serviços à comunidade), em detrimento da medida de internação. Atualmente, existem cerca de 17 mil adolescentes em unidades de internação no país. No caso das medidas sem privação de liberdade, não há um cadastro único, mas a estimativa é que cerca de 50 mil meninos e meninas cumpram essa modalidade atualmente. Para Mirian dos Santos, representante do Conselho Nacional da Criança e do Adolescente (Conanda), o principal problema está nas condições dos centros fechados. “São campos de concentração igual ou piores aos nazistas”, destaca.

Apesar de tantas autoridades que compareceram ao evento, a maior estrela foi David Freitas da Silva. Uma espécie de garoto-propaganda das medidas socioeducativas de meio aberto, o rapaz de 22 anos contou para a plateia ter cumprido a medida de internação e também a de liberdade assistida. “Foi na L.A. (sigla para liberdade assistida) que aprendi a dar valor à vida, a encarar os desafios. Acredito na L.A. porque sou prova disso”, afirmou David, que hoje atua como colaborador da Pastoral do Menor na aplicação de medidas socioeducativas de meio aberto.

Alternativa
No fim do lançamento da campanha, cerca de 30 adolescentes de várias partes do país que se reuniram em Brasília, durante o fim de semana, para fazer uma oficina sobre o ECA patrocinada pela Pastoral do Menor e pelo governo federal, apresentaram uma música de autoria própria. Muitos admitiram que, antes, eram favoráveis à redução da maioridade penal. “Antes, eu pensava que tinha que punir mesmo, mas comecei a ver que mandar o adolescente para prisão não resolve. O problema é que muitos não conhecem a existência das medidas socioeducativas”, diz Andressa Barbosa, 15 anos, de Porto Alegre. Talissa Martins, do Paraná, conta que sempre foi contrária à modificação na idade penal. “O adolescente precisa de outro tratamento, de ter acesso à saúde, à educação”, diz a garota de 16 anos.

Ainda que os projetos no Congresso que pretendem modificar as regras criminais para adolescentes sejam aprovados, Carmen Oliveira, subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente da Secretaria Especial de Direitos Humanos, está confiante de que a nova presidente, Dilma Rousseff, não sancionará propostas dessa natureza, assim como declarou seu antecessor, Lula. “Ela afirmou, ao assinar uma carta de comprometimento com o Conanda, que é contra a redução da maioridade penal. Então, se tivermos mais quatro anos de intervalo para implementar medidas socioeducativas e fazer um bom debate com a sociedade, acredito que venceremos essa batalha”, diz Carmen.

Forte militância
São muitos os projetos que pretendem modificar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) no que diz respeito ao infrator e os que buscam alterar a Constituição Federal no que se refere à maioridade penal. Neste ano, a proposta mais debatida pelo parlamentares foi o projeto que autoriza a realização de plebiscito para definir o limite de idade a partir da qual o menor deve ser tratado como adulto. Autor do projeto, o deputado Carlos Humberto Mannato (PDT-ES) defende a diminuição de 18 para 16 anos. O tema deve voltar com força na próxima legislatura.

Fonte: www.correiobraziliense.com.br

Nota da ACONTECE: 
Nós da Associação dos Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares do Estado do Ceará repudiamos qualquer pretensão de redução da maioridade penal, pois tal medida não irá modificar a realidade em que se encontram nossos adolescentes. Precisamos sim, buscar soluções para conter o avanço da criminalidade e da violência em nosso país através ações mais eficazes e contínuas que não venham penalizar ainda mais  estes adolescentes, que na verdade são vítimas de um sistema tenebroso alimentado por boa parte de nossa sociedade. O que na verdade acontece depois de aplicadas as medidas socioeducativas é que os nossos órgãos competentes não estão recuperando devidamente com eficiência nosso jovens para voltarem à sociedade recuperados.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Contribuições devem ser enviadas até o dia 12 de novembro para conanda@sedh.gov.br 
 
Acabam de ser submetidos à consulta pública o Plano Decenal e a Política Nacional elaborados pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

Para organizar as colaborações e efetivamante facilitar o processo de consolidação final, o CONANDA pede a observação do seguintes itens:



ROTEIRO PARA A CONSULTA PÚBLICA

Considerando a multiplicidade dos atores que estão sendo mobilizados para essa tarefa, sugere-se um roteiro básico para a consulta:

1. Quanto aos marcos da Política Nacional, ou seja, os princípios, os eixos e as diretrizes, observar: são suficientes, ou pelo contrário, excessivos? Estão compreensíveis, claramente formulados?
2. Quanto às bases do Plano Decenal, ou seja, os objetivos estratégicos e as metas correspondentes: estão compreensíveis? São suficientes ou excessivas? (Obs: solicita-se uma contribuição adicional, que é a de ajudar na hierarquização das metas. Para tanto, basta ordená-las).
3. Caso seja proposta uma nova diretriz, pede-se que seja apresentado pelo menos UM objetivo estratégico; da mesma forma, para um objetivo estratégico novo, pelo menos uma meta correspondente.
4. Quanto ao conjunto do documento, solicita-se que sempre que houver reparos, seja encaminhada a redação alternativa e não apenas o comentário favorável ou desfavorável ao documento.
5. As críticas e sugestões podem ser encaminhadas diretamente ao e-mail conanda@sedh.gov.br até o dia 12 de novembro, ou seja, 30 dias da publicação desse documento nos portais do Conanda e da SDH.

CLIQUE AQUI para obter a íntegra do documento.

Cidades-sede da Copa de 2014 participarão de campanha contra exploração sexual

Brasília - Uma campanha contra exploração sexual de crianças e adolescentes será lançada no dia 9 de dezembro nas cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo de Futebol de 2014. Esse foi um dos temas da primeira das 13 oficinas da segunda fase do Projeto de Prevenção à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Turismo, voltado às 12 cidades-sedes da competição. A previsão do Ministério do Turismo é que o país receba cerca de 600 mil turistas estrangeiros durante a Copa do Mundo.
A coordenadora do projeto, Elisângela Machado, considera fundamental sensibilizar o setor turístico para participar de ações voltadas à garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes. Segundo ela, a campanha vai durar todo o verão até o carnaval, em fevereiro, quando haverá uma campanha nacional envolvendo vários ministérios e a sociedade civil.
As Oficinas Pró- Copa, como é denominado o projeto, fazem parte do Programa Turismo Sustentável e Infância (TSI), do Ministério do Turismo (MTur) e do Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília (CET/UnB). O público-alvo das oficinas é formado principalmente por empresários do setor de turismo, como donos e executivos de agências de viagens, hotéis, bares, restaurantes e empresas de transporte.
As oficinas vão se reunir nas 12 cidades-sede da Copa e na subsede de João Pessoa. Por intermédio delas, o projeto deve formar 390 agentes multiplicadores dos setores público e privado para atuar na garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes. Entre os participantes está a Confederação Nacional do Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratur) que, segundo o diretor executivo, Geraldo Gonçalves de Oliveira Filho, congrega de 8 a 10 milhões de trabalhadores em todo o país.
“A nossa ideia é fazer com que todo trabalhador do segmento - hotéis, bares, restaurantes, asseio e conservação e até cabeleireiros estejam imbuídos desse propósito de combater e tentar erradicar a exploração sexual, principalmente juvenil, mostrando que isso não é turismo, e sim, um crime”, disse o dirigente sindical.

Fonte: www.atarde.com.br

domingo, 7 de novembro de 2010

Pastoral do Menor lança campanha em favor das medidas socioeducativas e contra a redução da idade penal

A Pastoral do Menor lança, na próxima segunda-feira, dia 08 de novembro, às 14h, na Conferência Nacional dos Bispos, em Brasília, a campanha nacional em favor das medidas socioeducativas e contra a redução da idade penal. A campanha tem como realizador a própria Pastoral e uma série de parceiros que lutam pela defesa dos direitos da criança e do adolescente. “Dê oportunidade: medidas socioeducativas responsabilizam, mudam vidas” é o slogan das peças da campanha – cartazes, botons e propagandas nas emissoras de televisão e rádio. 
Segundo Marilene Fonseca, coordenadora nacional da Pastoral do Menor, a campanha tem como “objetivo atingir toda a sociedade brasileira. Para isso, além da divulgação das peças, acontecerá uma “oficina de argumentação que formará adolescentes e coordenadores de todos os estados do país. Os participantes serão capacitados para falar sobre as medidas socioeducativas e esse evento servirá como multiplicador para os estados.”, diz Marilene.
Além da oficina, no início do ano acontecerá uma exposição de fotos e reportagens sobre medidas educativas dentro da Câmara dos Deputados. A campanha conta com a parceria das seguintes entidades: Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), Fórum Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Secretaria de Direitos Humanos, Cáritas Brasileira, Casa da Juventude Padre Burnier, Salesianos, Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e Misereor Ihr Hilfswerk.

Foto: 

Adolescentes de escolas públicas do Distrito Federal lançam revista de direitos humanos e orçamento público

Adolescentes escolas públicas do Distrito Federal lançam, no próximo dia 09 de novembro, a revista Descol@dos – uma publicação produzida pelos jovens desde a linha editorial até o projeto gráfico. O lançamento acontece às 14h30, no Plenário 7, da Câmara dos Deputados.
O maior objetivo da publicação é disseminar o debate acerca de Direitos Humanos e Orçamento Público a adolescentes de todo o Distrito Federal. A iniciativa é fruto do projeto “Onda: adolescente em movimento pelos direitos”*, realizado pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e tendo como apoiadores a KinderNotHilfe (KNH), uma organização alemã dedicada aos direitos da criança e do adolescente, e o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).
O processo de construção da revista é caracterizado por uma rica experiência pedagógica. Antes de conceber a revista, os/as alunos/as participaram de oficinas em diversas áreas dos Direitos Humanos como: relações de gênero, diversidade sexual, desigualdades de raça, violência e exploração sexual; com o objetivo de garantir olhar livre de preconceitos e de linguagem preconceituosa.
Temas como orçamento público, direitos humanos, política nacional e internacional, transporte público e sexualidade são discutidos em reuniões de pauta e os escolhidos se transformam em matérias que compõem a revista “Descol@dos”. Segundo a coordenadora do projeto, Márcia Acioli, a idéia da produção da revista surgiu há dois anos.
“Conheci a Revista Viração, uma publicação concebida e feita por jovens de todo o Brasil. Percebi então o potencial comunicativo da proposta e entendi que poderíamos contribuir para alastrar nossos debates se os próprios adolescentes escrevessem as matérias e investigassem o orçamento público destinado à realização de seus direitos. Em cada escola observamos que havia temas diferentes que mobilizavam os/as estudantes. Daí foi bastante fácil motivá-los”, afirma.
Essa é a primeira edição da revista, que pretende ter um exemplar por ano. A publicação será distribuída gratuitamente nas escolas públicas do Distrito Federal e entre os movimentos sociais.
* O que é o projeto “Onda”? é um trabalho realizado pelo Inesc com apoio da Kindernothilfe. O projeto visa introduzir o tema dos direitos humanos e do orçamento público em escolas do Distrito Federal. O objetivo do projeto é assegurar o envolvimento de crianças e adolescentes na discussão sobre direitos e cidadania, observando como se relacionam com o orçamento público. A idéia é fortalecer a capacidade de atuação dos(as) jovens na conquista de seus direitos e no monitoramento das políticas públicas a eles(as) destinados. As oficinas nas escolas partem de um momento estético onde aos poucos são introduzidos conceitos e debates mais aprofundados sobre direitos humanos, orçamento público e caminhos para monitorá-los.

O que: Lançamento da Revista Descol@dos
Quando: 09 de novembro, às 14h30
Onde: Plenário 7, do anexo II da Câmara dos Deputados
Contato: Gisliene Hesse - Assessora de Comunicação do projeto Onda: adolescente em movimento pelos direitos [61] 3212 0204/ 0200 - 8199-4426 -

Foto: 

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

É notícia: Depoimento de crianças vítimas de abuso é tema de debate

BRASÍLIA – O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a organização não governamental (ONG) Childhood Brasil reúnem esta semana, em um colóquio na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Brasília, 180 juízes, promotores de Justiça, defensores públicos, advogados e especialistas do Brasil, da Argentina, dos Estados Unidos e da Inglaterra. Eles vão debater a tomada de depoimento de crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual.

O encontro começa nesta quarta-feira (3) e vai até sexta-feira (5). O objetivo é promover uma discussão que resulte na elaboração de projeto de lei para modificar o Código Penal ou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), estabelecendo normas para o atendimento das vítimas nos conselhos tutelares, nos centros de Referência especializados de Assistência Social  (Creas), nas delegacias e nos tribunais de Justiça.

No Brasil existem atualmente 43 salas para registro da vivência de menores vítimas de abuso sexual. “A sala só não é garantia, mas é um ambiente mais acolhedor“, disse Itamar Batista Gonçalves, coordenador de Programas da Childhood Brasil. Em sua opinião, as dinâmicas nas salas especiais diminuem danos e podem ser mais eficientes se comparadas aos depoimentos nas delegacias ou em juízo, muitas vezes, inclusive, perante o agressor.

As salas são equipadas com brinquedos e objetos que permitem à criança retratar situações que tenha vivido. Conforme a comarca, psicólogos, assistentes sociais ou pedagogos fazem a mediação com as vítimas.

Os contatos são inteiramente gravados e servem como peça do processo. Isso evita a necessidade de novas tomadas de depoimento. Segundo Itamar, em média, as crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual prestam oito depoimentos e, em muitos casos, o desfecho do processo não ocorre antes de tornarem-se adultas, o que faz com que desistam do julgamento, além de gerar a impunidade dos agressores.

Segundo a Childhood Brasil, 28 países já têm lei para a tomada de depoimento protegido, entre eles a Argentina, o Peru, Canadá, os Estados Unidos, a Inglaterra, Espanha, Suécia e Lituânia. A prática é recomendada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A Childhood Brasil é ligada à World Childhood Foundation, criada pela rainha Silvia, da Suécia. A ONG tem sede em São Paulo.

Fonte: /www.dci.com.br - Edição do dia 03/11/10

Inciativa louvável e exemplo a seguir: Estatuto da Criança vai para sala de aula nas escolas de Cuiabá

A inclusão do conteúdo do Estatuto da Criança e do Adolescente deverá constar na grade curricular do ensino fundamental nas escolas públicas de Cuiabá. O autor do projeto de lei, vereador Juca do Guaraná (PP) disse que o objetivo é institucionalizar na rede de ensino municipal o estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (parágrafo 5º do art.32), com redação dada pela Lei n° 11.525 de 2007, que obriga a inclusão, no currículo do ensino fundamental, de conteúdos que tratem dos direitos da criança e do adolescente conforme disposto no ECA. 

O vereador afirma que trata-se de um grande avanço na efetivação dos direitos de crianças e adolescentes, pois a abordagem na educação constituir-se-á em instrumento fundamental para tornar o Estatuto mais conhecido e melhor compreendido, produzindo uma mudança cultural, rompendo-se com a idéia que ainda permanece mesmo depois de completados 20 anos do Estatuto, de que é uma lei que prejudica o trabalho do professor por permitir tudo. 

Juca do Guaraná disse que o ECA é instrumento de garantia dos direitos que, portanto, gera deveres e responsabilidades, tanto para crianças e adolescentes, observada sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento, como para a sociedade, famílias e Estado responsáveis pela garantia dos direitos.Isto promove uma mudança de atitude a partir do desenvolvimento do pensamento critico. 

O ECA é a tradução brasileira dos princípios da Declaração Universal dos Direitos da Criança da ONU, de 1959, que em seu artigo 7°, diz que a “criança terá direito a receber educação, que será gratuita e compulsória pelo menos no grau primário. 

“É fundamental que a educação para o exercício de direitos comece cedo, o que certamente contribui para a consolidação da cidadania dessas crianças e adolescentes, que poderão compreender e disseminar os direitos de crianças e adolescentes, exigindo-os a quem compete a sua efetivação.”, disse Juca do Guaraná.

Fonte: www.odocumento.com.br - Edição do dia 03/11/2010